Ao contrário de que muitos possam pensar, este não é um Blog de jardinagem!
A Navalha de Poda é tomada aqui com seu sentido filosófico.
É o instrumento pelo qual desbastamos espinhos, grimpas e galhos secos, melhorando a planta ou a madeira! É também usada para a enxertia, que permite criar um ser novo a partir de seres distintos!
É instrumento de limpeza, aprimoramento e Criação!
As vezes criticamos, as vezes refletimos, as vezes nos revoltamos e as vezes, apenas falamos alguma bobagem... Este é um daqueles momentos de reflexão. Garimpando pela net encontrei este texto curto, um tanto quanto "mais do mesmo", mas nem por isso sem conteúdo moral! A autoria eu desconheço.
Aproveitem!
O
pacote de biscoito
Certa
noite uma mulher estava no aeroporto, com um longo tempo de espera pela frente
até a saída do seu voo.
Comprou
um livro, um pacote de biscoitos e sentou-se enquanto aguardava.
Embora
absorta na leitura, percebeu que um homem ao seu lado tirava um biscoito do
pacote colocado entre os dois. Para evitar uma cena, ela fingiu não estar
vendo.
Ela
lia, comia biscoitos e olhava o relógio. De vez em quando, o homem voltava a
tirar um biscoito do pacote, o que a foi deixando extremamente irritada, com
ímpetos de agredi-lo. Mas não fazia nada.
Ela
pegava um biscoito, ele pegava outro. Quando só faltava um, ela ficou tensa,
sem saber como agir. Com um riso simpático, ele pegou o último biscoito e o
partiu ao meio.
Ofereceu
a ela uma metade, comeu a outra.
Ela
arrancou da mão dele a metade, pensando na grosseria do homem que sequer lhe
agradecera. Sentiu-se extremamente ultrajada e respirou com alívio quando
chamaram seu voo. Juntou suas coisas e se dirigiu para o portão, sem sequer
olhar para trás.
Entrou
no avião, mergulhou na poltrona e abriu a maleta para pegar o casaco. O susto
que levou a deixou sem fôlego: ali estava ele, inteirinho, o seu pacote de
biscoitos!
“Se
o meu está aqui, então foi do dele que eu comi, e ele nem se importou em
dividir.”
Ela
daria tudo para encontrá-lo de novo, pedir-lhe muitas desculpas e sobretudo
agradecer-lhe a lição.
Livro:
Histórias para Aquecer o Coração
Quantas
vezes em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, mas não
temos a consciência disso?
Antes
de tirar qualquer conclusão, observe melhor. Talvez as coisas não sejam
exatamente como você pensa.
Tem um bom tempo que não escrevia nada de forma lírica, mas esta semanas, como estou meio fragilizado por conta de uma bela gripe e parando para admirar a incrível mulher que eu tenho, acabei por traçar este poema que segue.
Junho de 2013. O Brasil servindo de brinquedo nas mão de alguns poucos indivíduos que se julgam no direitos de fazer o que bem entendem sem prestar contas a ninguém. O Povo Brasileiro, deitado eternamente em berço esplêndido, a muito tempo entorpecido e achando que o normal é ser explorado e reclamar que nada nunca muda. De repente, algo muda: aumento das tarifas dos transportes públicos, gastos demasiados com preparativos para a Copa Mundial de Futebol de 2014, projetos de Leis que beneficiam as mafias corruptas e garantem a impunidade, carga de impostos e tributos excruciante, descaso cada vez mais crescente com a saúde, segurança e educação, gastos exuberantes e inexplicáveis por parte dos políticos. De repente, algo muda: o gigante adormecido sente que seu berço já não é mais tão confortável e acorda! As manifestações começam a ocorrer em todo o País!
Aqui nesta cidade de Curitiba, na data de hoje, houve mais uma dessas passeatas, que iniciou na Boca Maldita e foi até o Palácio Iguaçu, sede do Governo Estadual. A chuva caia. O povo gritava palavras de efeito e frases de ordem. A multidão movia-se como uma massa única e coesa. Sem bandeiras, sem rótulos, nada de partidos políticos ou igrejas ou sociedades (secretas ou não!). Todos juntos e iguais, unidos por um ideal, não por um nome ou um título, mas sim pela fadiga que sentem em sustentar calados as regalias daqueles que deveriam ser seus "funcionários e representantes".
Estivemos lá. Abaixo de chuva, usando nossas capas e guarda-chuvas, carregando faixas e cartazes. Cantamos, gritamos, reivindicamos!
Mas algo pontual ocorreu e eu estava lá, naquele local e naquele momento: houve uma agitação no portão principal do Palácio Iguaçu e muitos correram para a praça. Logo tudo de acalmou e o povo retomou seu lugar. Contudo, pouco depois, um grupo de manifestantes corria em nossa direção carregando alguém nos seus braços. Coincidentemente, um grande amigo e irmão estava entre eles, viu-me e chamou-me. Um rapaz aparentando uns 25 anos estava desacordado, com sudorese fria e pulsos filiformes; havia desmaiado em meio a multidão! Prestei o primeiro atendimento e chamamos o SAMU para socorrê-lo (que demorou bastante para chegar, diga-se de passagem).
O rapaz não portava documentos e tinha a fala empastada, quando recobrou a consciência (talvez tivera feito uso de entorpecentes). Seus bolsos estavam cheios de pedras. Pensei que ele tinha sorte em ter passado mal, antes de poder ter feito o mal, pois, do jeito que estava, boas intenções era que não tinha.
O Povo manifestando-se, o cara deitado no piso molhado, fotógrafos registrando os fatos e eu com algumas outra pessoas que não tinha idéia de quem eram, rodeávamos e cuidávamos do desfalecido mal-intencionado. Decidimos levá-lo até a marquise do Palácio Iguaçu para protegê-lo da chuva, em um ponto onde não havia manifestantes e próximo ao portão onde as tropas do Batalhão de Choque estavam por detrás. Claro que alguns viram nesse fato uma oportunidade de confrontar os policiais que ali estavam.
Fora estes ocorridos pontuais, as manifestações transcorreram sem maiores problemas.
Só espero que, do mesmo modo que iniciaram, elas também não se findem.
Tanto tempo para o Gigante-Povo acordar, tomara que ele se mantenha sóbrio e atuante, que não volte a dormir... eternamente... em berço roto!
(Texto de Walmir Ferreira Battu, em : http://aguianegrabattu.blogspot.com.br/2013/06/e-preciso-dizer-mais-ate-quando-o.html)
ATÉ
QUANDO, O CIDADÃO BRASILEIRO SERÁ CÚMPLICE DESSA ROUBALHEIRA DESCARADA QUE
ASSOLA O PAÍS DE NORTE A SUL E POR TODOS OS QUADRANTES, PERMITINDO QUE TODO O
TIPO, TODA A ESPÉCIE DE CRIMES SE PRATIQUEM CONTRA O POVO? CADÊ AS FORÇAS
ARMADAS QUE NÃO NOS DEFENDEM E NÃO NOS PROTEGEM? SERÁ QUE OS MEUS VETERANOS
MILICOS DAS TRÊS FORÇAS SE ALIARAM AO COMUNISMO DISFARÇADO EM QUADRILHA DE
BANDIDOS? SOCORRO, POLÍCIA!!! CHAMEM A POLÍCIA!!!
INVASÃO DE PROPRIEDADE ALHEIA, VOCÊ NÃO TEM MAIS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS, POIS O GOVERNO DILMA DETERMINA AO MINISTRO DA JUSTIÇA QUE NÃO CUMPRA AS ORDENS DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DA JUSTIÇA FEDERAL!
“CNA
denuncia tentativa de desestabilização do Estado de Direito"
A
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) denuncia uma tentativa
de desestabilização do setor produtivo rural, tendo por pretexto a causa
indígena.
Militantes
ideológicos, que aparelharam a Funai e se associaram ao Conselho Indigenista
Missionário (CIMI) e a ONGs nacionais e estrangeiras, estimulam os índios a
invadir terras produtivas, devidamente tituladas – algumas há mais de um
século. Provocam conflitos que, além de levar insegurança ao setor mais
produtivo da economia brasileira, instalam um ambiente de ódio e confronto
entre brasileiros.
Os
produtores rurais não desrespeitam os direitos dos índios, mas, ao contrário,
estão tendo os seus desrespeitados. As invasões têm sido sistemáticas, a partir
de ação da Funai, que, ao arrepio da lei, decide de maneira autocrática que
terras serão demarcadas, ignorando os direitos do produtor rural e a segurança
de sua família e empregados.
O
setor agropecuário tem, hoje, peso extraordinário na economia do país. Acumula
recordes de produtividade, usando menos terra e unindo produção com
preservação. Cresceu, no último trimestre, 9,7%, enquanto o PIB como um todo
avançou 0,6%. Em relação ao mesmo trimestre de 2012, o crescimento foi de 17%.
É
essa presença na vida econômica e social do país que faz com que a CNA seja
recebida com frequência no Palácio do Planalto, para discutir questões
nacionais, como o recém-lançado Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014. Esta
agenda propositiva não se confunde com a presente crise indígena – que,
inclusive, é de natureza judicial.
O
clima instalado, se não for imediatamente revertido, prenuncia novos e
dramáticos confrontos de consequências imprevisíveis.
O
que está em pauta vai bem além de infrações pontuais à lei. É o Estado
democrático de Direito que está sendo contestado, de dentro do próprio Estado.
Não será com declarações que desafiam a lei, a ordem e o bom senso que problema
dessa magnitude será resolvido. A lei precisa ser e será cumprida.
A
posição da CNA a respeito das demarcações de terras indígenas é conhecida:
total respeito às decisões da Justiça, em todas as suas instâncias. Essa é a
orientação aos nossos associados. Queremos a paz no campo, o que só virá com
segurança jurídica e respeito ao direito de propriedade. E ainda:
1.imediata suspensão dos processos de demarcação
em curso até o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal dos embargos de
declaração contra a decisão em que foram fixadas as condicionantes no caso
Raposa Serra do Sol, para que todos os Poderes tenham uma orientação única
sobre os procedimentos de ampliação ou criação de terras indígenas;
2.revalidação da Portaria AGU 303/2012, com
aplicação obrigatória das 19 condicionantes do caso Raposa Serra do Sol,
enquanto o STF não julga os recursos pendentes;
3.indenização não apenas das benfeitorias, mas
também das terras legalmente tituladas tomadas dos produtores rurais.
A
CNA apoia a iniciativa de construção de uma nova política indigenista,
submetida não apenas à Funai, mas também a outros ministérios e órgãos do
governo federal. É inconcebível que questão deste porte fique ao arbítrio de um
único órgão, aparelhado por uma militância associada a objetivos ideológicos e
comerciais, alheios ao interesse nacional.
Brasília,
5 de junho de 2013
SENADORA
KÁTIA ABREU
Presidente
da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)“
"NÃO HÁ O QUE NEGOCIAR COM OS ÍNDIOS, MST E
OUTROS BANDIDOS INDUSTRIADOS PELO PT QUE INVADEM PROPRIEDADES PRODUTIVAS E
ALHEIAS. É CUMPRIR A LEI E PRONTO! INVADIU O QUE NÃO LHE PERTENCE, PONHA-SE NA
RUA, OU, NA CADEIA. FALEI E DISSE!" Walmir Battu
Como muitos sabem, sou médico cirurgião vascular. Como tal, atendo muitos pacientes com vários problemas relacionados à circulação sangüínea. O grosso de atendimento de um cirurgião vascular, invariavelmente, são pacientes com varizes. Atendemos desde pacientes com varizes em estado avançado, com ulcerações em pernas, flebites e tromboses, até pacientes com pequenos vasos superficiais (telangiectasias) de cunho puramente estético.
Puxando a questão, até que ponto as queixas e problemas estéticos são realmente "apenas estéticos" e não se configuram problemas de saúde também? Muitas pacientes chegam no consultório queixando-se que não colocam uma saia ou uma roupa mais curta pois tem vergonha das pernas. Algumas chegam a relatar que não se despem na frente de seus companheiros para não lhes expor suas pernas. Praias, piscinas, clubes, são locais "proibidos" para outras... Fugindo um pouco da minha área, aquela moça completamente retraída que evita sair para a "balada" e usar roupas mais decotadas, pois seus seios são muito pequenos; ou aquela pessoa que desde os tempos de escola sempre recebeu apelido de "Dumbo" em decorrência de suas orelhas de abano; ou ainda, quem tem um nariz torno ou muito grande e recebe apelidos jocosos, retraindo-se por tal. Não seriam todas estas pessoas doentes? As questões que lhes causam incômodo, por mais que sejam estéticas, do ponto de vista de saúde, geram transtornos psicológicos e, sendo assim, não poderiam ser encaradas como doenças, também?
Mas voltando ao que me levou a escrever este texto, o fato foi algo ocorrido com uma de minhas pacientes. Não vou citar seu nome, pois não viria ao caso; mesmo também, que não pedi sua prévia autorização.
A moça em questão procurou-me em meu consultório em meados de 2012 com queixa de dores nas pernas devido a calibrosas varizes que possuía. Não obstante as dores, tinha também muita vergonha de suas pernas, o que de certa forma a obrigava a "escondê-las" com roupas compridas, apesar de sua beleza e de sua pouca idade de 23 anos. Fizemos exames diagnósticos e preparatórios e, em dezembro do mesmo ano, realizamos sua cirurgia para ressecção dos vasos varicosos. Nos retornos pós-operatórios, apesar de estar contente por não apresentar mais varizes e ter melhorado a estética de seus membros inferiores, ainda apresentada dores e edemas (inchaços) dos mesmos. Repetimos o EcoDoppler (exame de ultrassonografia para estudar circulação do sangue) que evidenciou refluxo em veias profundas das panturrilhas, popularmente conhecido como "varizes internas". Esta é uma condição relativamente frequente e cujo tratamento é iminentemente clínico, sem uso de cirurgias. Assim procedemos, prescrevendo meias elásticas medicinais e medicações para estimular a circulação venosa. Poucos dias atrás, ela retornou para uma consulta. Estava radiante e nem parecia a mesma mulher de poucos meses atrás! Relatou-me muito emocionada que o tratamento dera certo, que não havia mais dores ou edemas e que suas pernas estavam belas, motivo pelo qual já não tinha mais vergonha de as mostrar. Contudo, o que a deixava mais feliz e pelo que ela estava mais grata a mim, era o fato de poder ter calçado um sapato de salto alto e usado um vestido pela primeira vez depois de 5 anos, sem ter medo da dor ou vergonha de mostrar as pernas, coisa que fez dias antes quando fora convidada para um casamento.
Aí eu levanto a questão: que relevância pode ter usar um vestido ou calçar um sapato de salto? Depende... Para muitas pessoas pode não ter importância alguma. Mas para aquela minha paciente, importava muito, sim! Tratar seu problema de saúde e estético possibilitou a ela realizar coisas que não fazia, a usar roupas e calçados que não usava, a ser uma pessoa diferente, a ser mais mulher e senhora de si... a ser feliz!
Não precisamos de casas luxuosas ou de carros importados. Não precisamos de muito dinheiro ou de sucesso. Não precisamos que os outros nos aplaudam, papariquem e nos invejem. Não precisamos de nada grandioso para sermos realmente feliz. A felicidade está em quem somos, no que fazemos e não naquilo que temos. A felicidade está em pequenas coisas, não nas grandes...
A felicidade no pequeno ato de usar sapato de salto alto!
Vez ou outra escuto alguém reclamar que o namorado ou a esposa ou o parceiro, qualquer tipo que seja, costuma bisbilhotar, mexer ou "verificar" a vida privada dessa pessoa, seja no celular, e-mail, redes sociais ou afins. Em casa mesmo, minha esposa costuma dar uma "olhadinha" no meu celular pra ver o histórico de mensagens e ligações… Particularmente não me importo com isso, pois não tenho nada para esconder dela!
Isso me faz pensar em algo que ouvi um dia desses em um programa de rádio…
Os relacionamentos interpessoais são baseados em confiança mútua; ou pelo menos, deveriam ser!
Confiança é o ato de acreditar em algo ou em alguém, é ter fé. A confiança é o sentimento de segurança ou a
firme convicção (a fé) que alguém tem relativamente a outra pessoa ou a algo.
Também se trata da presunção de si próprio e de uma característica que permite
levar a cabo coisas ou situações por norma difíceis. Para a psicologia social e
a sociologia, a confiança é uma hipótese que se realiza sobre o comportamento
futuro do outro. Trata-se de uma convicção segundo a qual uma pessoa será capaz
de agir de uma certa maneira perante uma determina situação. Por exemplo: "Vou contar meu problema para meu amigo, pois confio que ele vai me ajudar". Neste sentido, a
confiança pode ser reforçada ou debilitada consoante as ações da outra pessoa.
Retomando o exemplo anterior, se o amigo ajudar o outro, a confiança acabará
por ser fortalecida; ao contrário, a confiança ver-se-á traída. A confiança supõe
uma suspensão, pelo menos temporária, da incerteza relativamente às ações dos
outros. Quando alguém confia no outro, está convicto de que consegue prever as
ações e os comportamentos deste. A confiança vem portanto simplificar as
relações sociais.
Entrementes, muitas pessoas, ao invés de confiança, querem ter a "segurança" em seus relacionamentos. Querem ter a Certeza de serem amados e queridos pelo seu par e Exigem provas disso.
O termo segurança abrange variadíssimas acepções. Em linhas
gerais, pode-se afirmar que este conceito, que deriva do latim securĭtas,
refere-se à qualidade daquilo que é seguro, ou seja, àquilo que está ao abrigo
de quaisquer perigos, danos ou riscos. Quando se diz que algo é seguro,
significa que é algo certo, firme/estável e indubitável. A segurança é portanto
uma certeza.
Mas no amor existe certeza??? No relacionamento entre duas (ou mais) pessoal, é possível se estar seguro de tudo o que ocorre e das ações e reações de todos os envolvidos???
É natural do ser humano buscar a segurança no que concerne o trabalho, a estabilidade financeira, a moradia, a preservação da saúde. É relativamente fácil de controlar, e desta forma, estar-se mais seguro, daquilo que depende apenas de nossa vontade e de nossos esforços. Mas nos relacionamentos interpessoais, e aí não nos restringimos a relacionamentos amorosos, mas a qualquer forma de convívio, é-se impossível estar seguro do que ocorrerá, pois, de certa forma, estamos a mercê da vontade de outra (ou outras) pessoa (s). Mas para não tornar a questão "pessoal", vamos dizer que esta vontade da outra pessoa nem sempre é intencional.
Podemos confiar que nosso cônjuge está trabalhando, ou podemos nos assegurar que de esteja mesmo, ligando para seu local de trabalho. Podemos confiar em nossos filhos quando dizem que estudam, que não bagunçam, que não usam drogas, ou podemos estar certos disso seguindo-os em sigilo ou tolhendo-lhes a liberdade de sairem livremente. Podemos acreditar… ou podemos ter certeza!
Mas eu acredito que nem sempre ter certeza é o melhor… buscar ter certeza sempre é desgastante e pode causar decepções e enganos que abalarão de forma permanente os alicerces de um relacionamento.
Você crê em Deus, ou você quer ter certeza que ele existe?
Você prefere confiar em um amor declarado, ou assegurar-se de que este amor é real? - e viver na dúvida!