sexta-feira, 19 de agosto de 2016

LIBERDADE, MAÇONARIA E AS NOTAS DE REAL



Adaptado do texto “Marianne e a Maçonaria” do excelente blog “No Esquadro” do irmão Kennyo Ismail.

Você sabe qual é a relação entre a Estátua da Liberdade e a mulher estampada nas notas do Real? Elas são a mesma pessoa: Marianne.
E, por incrível que pareça, Marianne não está presente apenas nos EUA e em nosso rico dinheirinho. A mulher que serve como modelo para a estátua da Liberdade e que aparece nas notas de Real teve origem na Maçonaria.
Marianne é a figura alegórica de uma mulher que representa a República Francesa, sendo portanto uma personificação nacional francesa.
Sob a aparência de uma mulher usando um barrete frígio, Marianne encarna a República Francesa e representa a permanência dos valores da república e dos cidadãos franceses: Liberté, Égalité, Fraternité (Liberdade, Igualdade e Fraternidade). Marianne é a representação simbólica da mãe pátria, simultaneamente enérgica, guerreira, pacífica e protetora e maternal.
Até os livros escolares já se renderam à verdade de que a Maçonaria teve papel fundamental na Revolução Francesa, com a qual compartilha seu principal lema: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Pois bem, a Liberdade deveria ser o primeiro princípio a ser alcançado, pois sem Liberdade não haveria como promover a Igualdade e vivenciar a Fraternidade. E os franceses adotaram como símbolo dessa liberdade a imagem de uma mulher, a qual ficou conhecida como Marianne. Seu surgimento deu-se entre Setembro e Outubro de 1792 e seu nome nada mais é do que a união de Marie e Anne, dois nomes muito comuns entre as mulheres francesas do século XVIII. Marianne se tornou símbolo da Revolução e de seus ideais e, com o êxito do povo, alegoria da República. Era chamada por uns de “Senhora da Liberdade” e por outros de “Senhora da Maçonaria”.
Para os aristocratas contra-revolucionários, o nome tornou-se pejorativo porque figurava o povo, a plebe. Os revolucionários adotaram-na para simbolizar a mudança de regime.
Bustos de Marianne contendo o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” não somente podem ser vistos em praticamente todas as prefeituras e principais edifícios públicos da França, como é peça obrigatória em todos os templos maçônicos daquele país. Há várias versões de Marianne portando objetos diversos, entre o famoso barrete, feixes, coroa, triângulo, estrela flamígera ou mesmo segurando uma colmeia (ah, vá?). Em uma de suas versões mais populares Marianne veste uma faixa maçônica contendo Esquadro e Compasso, abelhas, Nível e Prumo.
Quando a França resolveu presentear os EUA em comemoração aos seus 100 anos de declaração de independência, fez isso através da Estátua da Liberdade: uma versão maçônica de Marianne, feita pelo maçom Frederic Auguste Bartholdi. Não demorou para que Marianne se tornasse alegoria da República em todo o Ocidente, incluindo, é claro, o Brasil.

Se os americanos conseguem ver a Maçonaria na nota de um dólar, através do “Olho que tudo vê”, nós brasileiros podemos encontrá-la em todas as nossas notas através dela, Marianne, a Senhora da Liberdade, a Senhora da Maçonaria.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

NEM CASA GRANDE E NEM SENZALA... MAIS RESPEITO, POR FAVOR!!!

Texto de Francinne Machado Ribeiro, médica do Rio de Janeiro, com a qual eu concordo plenamente, a respeito da Universitária da foto a seguir.
Para que todos possam meditar um pouco... principalmente os Militantes Marionetes.


Futura colega, sente-se aqui para eu te explicar algumas coisas. Senta porque tem textão.

Depois de 26 anos de formada, achei que conhecia um pouco o ser humano. Mas me surpreendi hoje ao ler a inacreditável reportagem sobre você. Vi, boquiaberta, você reclamar que sofre preconceitos por causa do seu lindo cabelo, enquanto segura esse cartaz patético.
Hoje você é só uma marionete boba aproveitando uma suposta chance de denunciar preconceitos.
Lembre-se que o Prouni não é favor algum. O mérito de ter estudado e obtido os pontos necessários para entrar numa escola de Medicina foi seu. E não deste ou aquele governo.
Bem como será seu o mérito por passar de ano ou o ônus da reprovação.
Daqui a pouco você se formará. E escolherá uma especialidade. Na hora que você estiver fazendo sua prova de residência, perceberá que a disputa não é racial. Nesta peneira cruel, a disputa é de competências. Se você souber tratar seu paciente, você entra. Até se sua cor for verde, como é a cor de quem passa o ano inteiro estudando sem ver a luz do sol. Comigo foi assim. Com você será também.
Durante a sua residência, sofrerá quando prescrever antibiótico que está em falta no seu hospital, ou se deparar com um mandado judicial para internar um cidadão sem indicação médica, enquanto seu paciente com câncer não consegue marcar uma tomografia.
Vai entender que a gritaria contra o Mais Médicos não se trata de corporativismo, mas de desespero. Desespero por saber que a presidente e seu ministro da saúde entregam à população médicos despreparados e desqualificados, quando deveriam zelar por sua saúde e bem estar.
Você vai dar muitos plantões, seja para cumprir carga horária, seja para pagar seu aluguel. E perceberá que, quando precisar trocar de plantão, a loirinha de olho azul talvez aceite te dar uma cobertura. Ou talvez não. E perceberá que o sim ou não nada tem a ver com a cor dela, mas com o fato de que naquela data ela talvez tenha que viajar 300km para dar plantão em outra cidade. Como eu, no começo da minha carreira.
Durante sua rotina hospitalar, finalmente entenderá que dentro de unidades fechadas, como CTI e centros cirúrgicos, cabelos são potenciais contaminantes, tanto quanto anéis, pulseiras e mangas compridas. Todos temos que prendê-los, sejam eles longos, curtos, crespos, lisos ou encacheados como os meus. Prevenção de infecção nosocomial não é preconceito. É higiene.
Após 12,24h de plantão, tudo com o que você sonhará será uma cama, que nem sempre será limpa, depois de um banho, que nem sempre será quente. Sabe por que? Porque seu governo corrupto superfaturou remédios, mas não pagou a lavanderia e a manutenção da caldeira. Quando você tombar no quarto de descanso do plantão, naquelas 2-3h de repouso, ficará muito feliz em se deitar ao lado de colegas negros, brancos, cafuzos, mamelucos, índios, aborígenes, católicos, judeus, coxinhas ou companheiros. O mesmo ocorre na hora de entubar um paciente e se revezar para massagear seu peito, na tentativa de salvar sua vida.
Sabe por que?
Porque aqui, no front, eu não tenho tempo nem posso me dar ao luxo de discutir credo, cor, opção política, time de futebol ou escola de samba preferida. Somos todos MÉDICOS.
Sim, com letra maiúscula. Com orgulho e suor. Com baixos salários mas muita dignidade. Na hora de salvar vidas, meu bem, você não vai se importar se quem está deitado na sua frente é um político corrupto, um estuprador cruel, um santo padre, um espancador de mulheres ou um cidadão comum. Ele é um paciente.
Com dor, sofrimento, culpas, medo de morrer.
E você será a pessoa que poderá ajudá-lo se simplesmente fizer o seu trabalho. Ou ficará, como agora, em cima de um banquinho fazendo proselitismo, enquanto a vida de um ser humano se esvai diante de você.
Reclamando da falta de recursos, salários baixos porque governos A, B ou C gerenciaram mal o dinheiro público ao longo de décadas.
Ao fim da jornada, minha futura colega, seremos todos iguais, negros e brancos, da "casa grande" ou da "senzala". O que importará, na verdade, bem lá no fundo, é seu trabalho bem feito.
E isso não tem nada a ver com a cor da pele ou com a condição social.
Tem a ver com nosso oficio. Esse belo ofício que resiste aos séculos e insiste em ajudar, a confortar e tratar pessoas.
Não tem a ver com seu ou o meu tipo de cabelo. E sim com misericórdia.
Vá por mim, desça do seu palanque e venha logo conhecer o meu mundo.

E que será, espero, o seu mundo em breve.

quarta-feira, 16 de março de 2016

FILHO BOM. FILHO MAU

Filho Bom. Filho Mau

Paira, impotente e envergonhada
A Flâmula da Mãe defraudada
Tripudiada no âmago de seu ser.
Rindo-se ainda os vilões
Ignorando Morais, Leis e Razões
Almejam sempre tudo ter!

Aberta, a ferida sangra no peito
Mártir sempre a Mãe se faz!
Arqueja lúgubre em seu leito
Dilacerada por ganancioso feito
Acabrunhada por dor mordaz.

Brada o bom filho ao ver a Mãe
Rota, usurpada e desvalida...
Agoniza ainda a Mãe traída
Sob o jugo do filho mau.
Ignora este o presente sinal!

Lamentará amargamente sua perfídia!

Por Diego de Almeida
Em luto pela atual situação política e econômica do Brasil

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A PRORROGAÇÃO DE 2015...

Pois é... 
Já estamos no fim de janeiro de 2016 e eu esperei, aguardei, analisei e cheguei a mesma conclusão que muitas outras pessoas: 2015 não acabou!
Sério mesmo! Está tudo igual... só mudou o calendário. Bem... mais ou menos; algumas coisas mudaram para pior! O Aedes aegypti, a dengue e a microcefalia por Zika, por exemplo!
Cunha continua na câmara... Dilma ainda é presidente legal e em exercício... Supremo tribunal de recesso... Processo de Impeachment está perdendo fôlego antes mesmo de começar... Impostos continuam aumentando e a CPMF ainda nos assombra!
A impressão que temos é que 2015 nunca terminou... que estamos ainda vivendo os mesmos acontecimentos, assistindo estarrecidos a mesma turba de cretinos hipócritas e corruptos fazendo o povo de palhaço enquanto uma Lava-jato, com seus personagens principais, tenta fazer o certo em terra de tortos, com dificuldade de incriminar os criminosos e tendo que jogar com vis bandidos que fazem e desfazem de suas delações premiadas, como que tripudiando da justiça, que além de cega, creio eu, é também renal crônica dialítica e cadeirante!
A crise é geral! Não temos vislumbres de uma melhora tão cedo... se falta dinheiro no orçamento governamental, o que fazer? Esfolar ainda mais o gato morto pra ver se ele mia, claro!!! Pra que cortar gastos se pode-se taxar mais a população? 
O coitado do Joaquim Levy até tentou algumas reformulações; toda vez que propunha cortes a resposta era um redondo "Não"! Caro que não aguentou... Aí o que a PresidAnta fez: Deu a chave do galinheiro pra raposa!!! Nomeou como Ministro da Fazenda Nelson Barbosa, que teria sido um dos responsáveis pelas "pedaladas fiscais" (operações contábeis que atrasam o repasse aos bancos públicos, visando a cumprir metas orçamentárias) quando era Ministro do Planejamento. As pedaladas fiscais foram questionadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), precedendo a abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, iniciado na Câmara dos Deputados após a continuidade com a "pedalada fiscal" no ano de 2015.
Entendeu isso??? O cara entende de gastar, não de poupar!!! Pelamordedeus!!!!
Olha! Só tenho certeza mesmo que 2016 já chegou porque já paguei a primeira parcela do IPVA (salgada, diga-se de passagem!).
Falando em IPVA, o que dizer do transporte público e dos movimentos de revolta popular pelo país??? O que são aqueles confrontos em São Paulo e Rio??? Na nossa querida Curitiba, “escrevam o que digo”, continuando com greve de ônibus a cada 15 dias, logo a passagem vai subir pra casa dos R$ 4,50 ou mais!!!
É, coitados do povo assalariado!
Ah! Já ia esquecendo: Feliz 2016!!! Ou seria prorrogação de 2015?

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

SOBRE SINDICANTES E SINDICÂNCIAS...

Olá. Hoje coloco aqui em meu Blog o texto do Ir.'. Sérgio Quirino Guimarães, do Oriente de Belo Horizonte, sobre Sindicância! É texto de boa lavra e muito pertinente...
A publicação original encontra-se em  http://www.samauma.biz/site/portal/conteudo/opiniao/sq009sindicante.html

Por Sérgio Quirino Guimarães

Saudações estimado Irmão, façamos uma sindicância sobre SINDICANTE.
 “SINDICÂNCIA é o conjunto de averiguações promovidas no intuito de se obter informações e esclarecimentos necessários à determinação do verdadeiro significado dos fatos denunciados, de forma a permitir à autoridade competente concluir sobre as medidas disciplinares aplicáveis ao caso”.

Esta descrição não faz parte de nenhum livro de Normas e Procedimentos de Obediências Maçônicas, é parte sim do inciso II do artigo 145 da Lei Federal número 8.112/90.

E com seriedade maior do que deve ser executada a nível federal, deve ser cumprida dentro das Lojas, por um simples e único motivo: O sindicante não só estará obtendo informações e esclarecimentos para a entrada de um novo obreiro em sua Loja, como também estará carregando sobre seus ombros a responsabilidade de determinar o verdadeiro valor de um candidato a membro da Sublime Ordem.

Alguém a quem vamos chamar e tratar como IRMÃO, alguém a quem vamos abrir as portas de nossas casas e permitir o convívio com nossa família carnal.

Devemos ter a plena consciência que o candidato deve passar por uma sindicância séria e “linha dura”, afinal hoje ele é apenas um candidato, amanhã poderá até ser o Venerável da Loja e se não tiver verdadeiramente nossos valores, tomará atitudes que acabarão por afastar os verdadeiros maçons e comprometer o crescimento da Ordem por conta de suas atitudes no meio profano.

Conscientizem-se meus Irmãos: NÃO PRECISAMOS SER NUMEROSOS, PRECISAMOS SER COMPROMETIDOS.

Para que ninguém pense que o artigo é apenas um discurso, trataremos de detalhes práticos: Desde os nossos primórdios sempre houve uma seleção para ser iniciado, sejam por trabalhos materiais, documentos comprobatórios, responsabilidade compartilhada e internacionalmente institucionalizado a figura do Irmão que fará uma INVESTIGAÇÃO sobre o candidato; padronizou-se que tal ato deva ser realizado somente por MM.·.M.·. por conta da vivência, mas não há a obrigatoriedade que o M.·.M.·. seja da Oficina. Tal circunstância favorece em muito a seriedade do processo, isto porque às vezes o candidato é parente carnal de algum Obreiro e os Irmãos da Loja podem se melindrar ou temer um “racha” na Loja em virtude de uma sindicância que desabone o candidato. Portanto, basta o V.·.M.·. convidar Irmãos de outra Oficina. Eu sublinhei CONVIDAR porque esta é a expressão correta, o V.·.M.·. não deve mandar alguém fazer a sindicância, esta atividade demanda tempo e boa vontade e todos nós temos momentos em nossa vida que o tempo é escasso e a paciência é curta. Quem nunca assistiu leituras de sindicância “muito parecidas” ou que chegaram incompletas ou fora do prazo?. Algumas perguntas devem ser evitadas porque são totalmente inócuas. Por exemplo: perguntar se o candidato bebe é realmente querer escutar a resposta: “- Só socialmente!” Eu ainda espero ouvir: - Bebo somente nos dias de FEIRA! (pausa) - Segunda-FEIRA, terça-FEIRA, quarta-FEIRA. quinta-FEIRA, sexta-FEIRA, nos sábados e domingos eu bebo é no Mercado Central. Ele pode até ser alcoólatra, mas é honesto e se iniciado, tem-se explicado porque coloca um real no Tronc.·.Sol.·. e depois da reunião gasta quinze no boteco do lado. Mas como saber sobre o comportamento social do candidato? É simples, convide-o para jantar em sua casa, disponibilize bebida alcoólica e veja como ele sorve o líquido e estude o comportamento da esposa. Após esta noite várias perguntas estarão respondidas e você ainda contará com as observações da cunhada (não dispensemos o “sexto - sentido” das mulheres!). Para os que praticam o futebolzinho de fim-de-semana, convide o candidato para participar de uma partida, caso existam Irmãos nos times, não lhe informe. Observe se ele sabe trabalhar em equipe, se é tranqüilo ou se é nervoso e depois tem a famosa cervejinha que desmascara o homem. Para não alongar muito, apenas mais uma sugestão: Não escrevam muito. Às vezes o sindicante gera um tumulto na Loja devido respostas mal escritas ou que deixam dúvidas. Imaginemos se houvesse a seguinte pergunta: a) Qual o time do candidato? (para efeito estatístico). Resposta do sindicante: O candidato se diz fã das jogadas de Dada Maravilha, mas acha a bandeira celeste a mais bonita e não perde um jogo glorioso Alviverde e notei na estante uma flâmula do “Leão do Bomfim”. É inevitável! Um Irmão pede a palavra é durante meia hora tece comentários sobre a ambigüidade do candidato. Observem que a pergunta era apenas para fins estatísticos e que tudo sería evitado se o sindicante tivesse respondido: - É apreciador do futebol mineiro ou, não é torcedor de um time em particular. O mais importante de todo o processo é o parecer final do sindicante, que deve ser objetivo e sucinto, com apenas três alternativas: 1)Recomendo. 2)Não recomendo. 3)Caso os outros companheiros sindicantes não se manifestem a respeito de................., sugiro novas sindicâncias com ênfase em ................................. A terceira alternativa surge no momento em que o sindicante percebe que há algo indecifrável, dados que não se correspondem, atitudes de filhos e da cunhada, qualquer coisa que ultrapassa sua capacidade de sindicante. A intenção deste pequeno artigo é despertar em você a vontade de saber um pouco mais sobre o assunto, fazer uma Prancha de Arquitetura e quando ela estiver pronta, levar para sua Loja enriquecendo nosso Quarto de Hora de Estudos. Lembrem-se que todos nós, independente do Grau ou do Cargo, somos responsáveis pela qualidade das Sessões Maçônicas. De acordo com o PROMAÇOM cujo programa visa à integração das Lojas Maçônicas, envio-lhes em anexo, o quadro com as atividades das Lojas que se reúnem na avenida Brasil 478 e, de algumas situadas fora do Palácio Maçônico.

Dedico este artigo ao Irmão Sebastião (permitam-me não citar a Loja) o qual anda muito triste com as sindicâncias feitas, pois em sua Oficina os Irmãos estão mais interessados é em assuntos profanos; e me perguntou quem faz o acompanhamento dos Irmãos em sua vida diária, quem olha como tem se comportado estes maçons no mundo comum. Eu concordo com cada palavra que você escreveu meu querido Irmão, o único sindicante de um pós-iniciado é sua consciência e na ausência dela as penas da Lei. Se não houver a aplicação de nossos códigos, resta a sapiência do Grande Arquiteto do Universo.

Grato pela atenção.
 
TFA
 
QUIRINO